12 julho 2012

Poodle cai do ferry, nada até a margem e agora, procura o dono


Parece história de filme e de pescador. Mas o que vamos contar é verdade e envolve um poodle, o ferry-boat e a solidariedade. O caso aconteceu na capital baiana, há 15 dias. "A encontrei toda suja, molhada, triste. Ela apareceu atrás da Codeba. Achei estranho pois não há como entraranimal lá. Peguei o poodle e contando a história para amigos soube que, poucos dias antes de eu a encontrar, a dona teria se desesperado ao ver o animal cair no mar", relatou o vigilante da  Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), Raul Magalhães, à equipe do Bocão News.
 
Tudo começou no fim da tarde de um dia aparentemente normal, quando um ferry-boatse aproximava do Terminal de São Joaquim, em Salvador, cumprindo a rotina. Segundo Magalhães, a embarcação estava a 150 metros do atracadouro, quando a dona do animal - que não foi identificada, desceu as escadas do navio em direção ao carro. "Disseram que foi aí que o animal, que estava nos braços dela, caiu. Soube que ela entrou em desespero. Até o Samu teve que prestar atendimento", contou o vigilante.
 
Após a queda, o animal não foi mais visto e a dona, como precisou ser atendida pelos médicos, não deixou identificação com a TWB, acreditando que o animal estaria morto.
 
Mas, esta história pode agora ter um final feliz. Raul Magalhães procurou a redação do Bocão News, na manhã desta quarta-feira (11), e fez o apelo via e-mail:
 
Magalhães está cuidando da cachorrinha junto com outros funcionários da Codeba. O animal está na Intermarítima, recebendo carinho de todos que passam por lá. "Tenho também um animal e me sensibilizei. Imagino a dor da dona e quero que tudo acabe bem. Sinto que o animal quer voltar ao lar".
 
A equipe de reportagem tentou confirmar a informação e obter mais detalhes junto à assessoria da TWB, mas não obteve êxito. Se você tem alguma informação sobre o dono deste animal ou sobre este caso, entre em contato com a redação do Bocão News, através do e-mailredacao@bocaonews.com.br ou pelo telefone (71) 3272-3725 / 3341-4371.

Nota originalmente publicada às 16h30 do dia 11

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Nunca diga para os outros, aquilo que não gostaria de ouvir